Para Eliana Dutra, o fato de o coach ser contratado permite que ele realmente procure ajudar o cliente e não a empresa. “Em alguns casos, esses interesses podem coincidir”, avisa. Atualmente, Eliana conta com cerca de 15 clientes espalhados por todo o país, que contam com o telefone para as sessões de coach.
Eliana Dutra, de 47 anos, do Rio de Janeiro, é uma das poucas coaches a integrar a International Coaching Federation – representente mundial da categoria. Ela atende profissionais de outros Estados por telefone. Há executivos que desenbolsam R$1,2 mil por mês para atendimento personalizado de três horas por telefone.
Ciente de que os funcionários são mais que cumpridores de tarefas, as empresas investem cada vez mais do desenvolvimento das habilidades. Umas das estratégias para obter alta performance do profissional é o coaching, na prática nada mais é que a transferência de conhecimento e experiência por parte de um líder em condições de agregar valor ao desempenho do funcionário
Por que o coach executivo – uma mistura de consultor, tutor e terapeuta – está ganhando espaço nas empresas.
Os serviços personalizados se tornaram uma febre. Surge agora no mercado a função de coaching. A novidade é voltada para executivos e pequenos empresários que pretendem melhorar seu desempenho profissional e contratam individualmente um consultor de recursos humanos capaz de orientá-lo par atingir esse objetivo.
“Dois inimigos iam no mesmo barco. Um ia na popa, o outro na proa. Veio uma terrível tempestade. Quando o barco estava para naufragar, aquele que estava na proa perguntou ao barqueiro por onde o barco começaria a afundar.
Durante todos os anos em que trabalhei como gerente de recursos humanos sempre encontrei executivos que diziam desejar fazer a avaliação de desempenho de seu pessoal, mas não a faziam porque a empresa não tinha o instrumento adequado.
Há alguns dias atrás recebi uma mensagem, onde um cliente me pedia ajuda para o seu problema maior: Motivação dos funcionários. Motivação, o que é isto? O que faz com que um saia de casa animado com o dia que tem pela frente e outro se arraste para fora da cama só pensando em como vai ser duro chegar na empresa e em como o tempo custa a passar quando está lá.
Vemos constantemente como tema de discussão a atuação dos presidentes e líderes de corporações, como engajar seus colaboradores, como criar um ambiente produtivo e harmônico etc. Contudo, pouco se fala do real papel de outros elementos essenciais para a boa condução do negócio: os membros do Conselho da Administração.
Economistas, empresários e os profissionais de mídia, todos estão de acordo de que a recessão no Brasil é iminente e afetará todos. Se compararmos o segundo trimestre de 2013 com o mesmo período em 2014, a economia encolheu cerca de 1%, o que, aparentemente, é pouco, mas representa um rombo de aproximadamente R$ 50 bilhões em renda e serviços.
Criatividade, resiliência, competitividade, capacidade de adaptação e poder de decisão são algumas das qualidades supervalorizadas no meio corporativo. Mesmo assim, alguns profissionais esquecem a mais importante delas. Aquela que mantém o equilíbrio das atitudes tomadas diariamente: a autocrítica. Isso porque a habilidade de fazer uma reflexão sobre seus atos, listar os pontos falhos e, principalmente, reconhecer os erros é para poucos. É um exercício que requer energia, paciência e principalmente mente aberta para aceitar a verdade: sim, você é humano e passível de erro.
Problemas em potencial que poderiam ser resolvidos de forma pró ativa não são nem identificados Reuniões não são produtivas Erros são freqüentes Pessoas não se oferecem de forma voluntária para novas e diferentes responsabilidades Tempo de aprendizado para novas habilidades aumenta Empregados suspeitam e não tem confiança nos colegas e nem nos gerentes Gerentes suspeitam […]
Em momentos de crise, muitas vezes é necessário desembarcar alguns colaboradores. Ninguém gosta disso e todos concordam que pior do que demitir é ser demitido, ou ir a falência. Todos concordam também que simplesmente empurrar o colaborador para fora do barco é desumano.
Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembleia. Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças. O martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa? Fazia barulho demais e, além disso, passava todo o tempo golpeando.
Uma crise na empresa ou até mesmo uma transformação dentro da organização, seja de processos, sistemas ou pessoas, gera uma série de desafios para os líderes e seus colaboradores. E em tempos de grave crise econômica, na qual as corporações estão tendo que se adaptar a novos cenários, essa realidade é ainda mais contundente. No entanto, a mudança só acontecerá de fato e de forma permanente se os funcionários acreditarem no seu CEO, ou seja, a credibilidade no líder.