Imprensa
HSM Experience – Liderança: 4 frases proibidas para um gestor – 19/07/2016
DCI SP – A difícil hora do desembarque – 15/04/2016

15/04/2016 – Em momentos de crise, muitas vezes é necessário desembarcar alguns colaboradores. Ninguém gosta disso e todos concordam que pior do que demitir é ser demitido ou ir a falência. Todos concordam também que simplesmente empurrar o colaborador para fora do barco é desumano. A maioria nesta hora é invadida por uma multiplicidade de emoções: ansiedade, medo e simpatia. Com isto, esquecem que o clima dos colaboradores que ficam na empresa afeta a produção. Outros ainda pensam “já que vai doer” … e saem-se com um brutal: “A empresa está em dificuldades vou ter que demitir você, pode ir” e torcem para que o sujeito chore só quando chegar em casa.

Administradores.com – Novo jogo para a geração Y – 02/05/2016

02/05/2016 – Céu de brigadeiro e mar de almirante são antigas expressões para dizer que tudo está calmo e que as melhores condições são fato. Foi nesse cenário que, por muito tempo, a Geração Y trilhou sua carreira. Sem crise econômica e com altos índices de emprego, ou seja, com toda a segurança possível.

DCI SP – Novo jogo, com a 1a crise da geração Y – 02/06/2016

02/05/2016 – Céu de brigadeiro e mar de almirante são antigas expressões para dizer que tudo está calmo e que as melhores condições são fato. Foi nesse cenário que, por muito tempo, a Geração Y trilhou sua carreira. Sem crise econômica e com altos índices de emprego, ou seja, com toda a segurança possível.

Administradores.com – Novo papel – 15/08/2016

15/08/2016 – Em época de crise o empreendedorismo ganha ainda mais força. Segundo pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor, a taxa de novos negócios no país em 2015 atingiu a melhor pontuação dos últimos 14 anos, algo cerca de 39,3%. O número de executivos que querem ser “donos do próprio nariz” cresceu bem como as dúvidas de lidarem com essa nova realidade.

ABRH – A hora do desembarque – 03/03/2016

03/03/2016 – Em momentos de crise, muitas vezes é necessário desembarcar alguns colaboradores. Ninguém gosta disso e todos concordam que pior do que demitir é ser demitido ou ir a falência. Todos concordam também que simplesmente empurrar o colaborador para fora do barco é desumano. A maioria nesta hora é invadida por uma multiplicidade de emoções: ansiedade, medo e simpatia. Com isto, esquecem que o clima dos colaboradores que ficam na empresa afeta a produção. Outros ainda pensam “já que vai doer” … e saem-se com um brutal: “A empresa está em dificuldades vou ter que demitir você, pode ir” e torcem para que o sujeito chore só quando chegar em casa.

Administradores.com – O aliado dos negócios – 12/07/2016

12/07/2016 – A instabilidade e incerteza político-econômica fazem com que o relacionamento com a rede de contatos seja cada vez mais primordial para a sobrevivência no mercado. O conhecido networking é uma ferramenta valiosa na hora de fechar negócios.

ABRH – Visão de futuro – 22/01/2016

22/01/2016 – Quando há necessidade de ajustes numa empresa qualquer dos executivos sabe o que precisa acontecer: redução de despesas, aumento de venda, ajuste das funções e criar um senso de urgência. Mas na crise atual, ouço executivo atrás de executivo me dizer durante a reunião de coaching que os empregados não parecem estar se dando conta. Aparentemente há um estado de negação.

ABRH – O aliado dos negócios – 13/07/2016

13/07/2016 – A instabilidade e incerteza político-econômica fazem com que o relacionamento com a rede de contatos seja cada vez mais primordial para a sobrevivência no mercado. O conhecido networking é uma ferramenta valiosa na hora de fechar negócios. Para se ter ideia, eu já consegui uma proposta durante um voo de ponte aérea. Como? Apenas puxando conversa sobre um assunto em comum, como, por exemplo, o espaço apertado entre os assentos. Assim, criei uma oportunidade de diálogo com a pessoa ao meu lado para saber mais sobre o que ela fazia, seus interesses, etc.

ABRH – Novo jogo – 09/05/2016

09/05/2016 – Céu de brigadeiro e mar de almirante são antigas expressões para dizer que tudo está calmo e que as melhores condições são fato. Foi nesse cenário que, por muito tempo, a Geração Y trilhou sua carreira. Sem crise econômica e com altos índices de emprego, ou seja, com toda a segurança possível. Tal período somado aos avanços tecnológicos, de educação e novas formas de trabalho contribuíram para que esses jovens se tornassem, em um curto espaço de tempo, especialistas em diferentes áreas e consequentemente supervalorizados. Agora, diante da primeira grande crise dessa geração, ela se vê perdida, principalmente, os milhares que saem da universidade e estão desempregados.

Mundo Coaching Magazine – Coaching e o fato oculto – 24/05/2016

24/05/2016 – Com o passar dos anos, a prática do coaching nos enriquece com o que aprendemos em horas de conversa com os mais diferentes executivos que nos apresentam situações diversas. No entanto, um dos grandes aprendizados que tenho como Coach, e que muitos não se dão conta, é que muitas vezes o que o cliente […]

O Tempo – O novo jogo que confronta a Geração Y – 13/05/2016

13/05/2016 – Céu de brigadeiro e mar de almirante são antigas expressões para dizer que tudo está calmo. Foi nesse cenário que, por muito tempo, a Geração Y trilhou sua carreira. Sem crise econômica e com altos índices de emprego. Tal período somado aos avanços tecnológicos, de educação e novas formas de trabalho contribuíram para que esses jovens se tornassem, em um curto espaço de tempo, especialistas em diferentes áreas e consequentemente supervalorizados. Agora, diante da primeira grande crise dessa geração, ela se vê perdida.

O Tempo – A hora do desembarque – 13/04/2016

13/04/2016 – Em momentos de crise, muitas vezes é necessário desembarcar alguns colaboradores. Ninguém gosta disso e todos concordam que pior do que demitir é ser demitido ou ir a falência. Todos concordam também que simplesmente empurrar o colaborador para fora do barco é desumano. A maioria nesta hora é invadida por uma multiplicidade de emoções: ansiedade, medo e simpatia. Com isto, esquecem que o clima dos colaboradores que ficam na empresa afeta a produção. Outros ainda pensam “já que vai doer” … e saem-se com um brutal: “A empresa está em dificuldades vou ter que demitir você, pode ir” e torcem para que o sujeito chore só quando chegar em casa.

O Tempo – O aliado dos negócios – 16/08/2016

16/08/2016 – A instabilidade e incerteza político-econômica fazem com que o relacionamento com a rede de contatos seja cada vez mais primordial para a sobrevivência no mercado. O conhecido networking é uma ferramenta valiosa na hora de fechar negócios. Para se ter ideia, eu já consegui uma proposta durante um vôo de ponte aérea. Como? Apenas puxando uma conversa sobre um assunto em comum, como, por exemplo, o espaço apertado entre os assentos. Assim, criei uma oportunidade de diálogo com a pessoa ao meu lado para saber mais sobre o que ela fazia, seus interesses etc.

Hoje em Dia – Novo papel do empreendedor – 15/07/2016

15/07/2016 – Em época de crise o empreendedorismo ganha ainda mais força. Segundo pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor, a taxa de novos negócios no país em 2015 atingiu a melhor pontuação dos últimos 14 anos, algo cerca de 39,3%. O número de executivos que querem ser “donos do próprio nariz” cresceu bem como as dúvidas de lidarem com essa nova realidade.

Jornal do Commercio – A hora do desembarque – 22/02/2016

22/02/2016 – Em momentos de crise, muitas vezes é necessário desembarcar alguns colaboradores. Ninguém gosta disso e todos concordam que pior do que demitir é ser demitido ou ir a falência. Todos concordam também que simplesmente empurrar o colaborador para fora do barco é desumano. A maioria nesta hora é invadida por uma multiplicidade de emoções: ansiedade, medo e simpatia. Com isto, esquecem que o clima dos colaboradores que ficam na empresa afeta a produção. Outros ainda pensam “já que vai doer” … e saem-se com um brutal: “A empresa está em dificuldades vou ter que demitir você, pode ir” e torcem para que o sujeito chore só quando chegar em casa.

Jornal do Commercio – A hora do desembarque – 06/04/2016

06/04/2016 – Em momentos de crise, muitas vezes é necessário desembarcar alguns colaboradores. Ninguém gosta disso e todos concordam que pior do que demitir é ser demitido ou ir a falência. Todos concordam também que simplesmente empurrar o colaborador para fora do barco é desumano. A maioria nesta hora é invadida por uma multiplicidade de emoções: ansiedade, medo e simpatia. Com isto, esquecem que o clima dos colaboradores que ficam na empresa afeta a produção. Outros ainda pensam “já que vai doer” … e saem-se com um brutal: “A empresa está em dificuldades vou ter que demitir você, pode ir” e torcem para que o sujeito chore só quando chegar em casa.

Jornal do Commercio – Luz no fim do túnel – 20/01/2016

20-01-2016 – Infelizmente é com pouca frequência que vemos a discussão sobre as barreiras que as mulheres enfrentam para subir na carreira e a diferença salarial voltarem à tona. Agora, a pesquisa da McKinsey& Company e Leanln.org com 30 mil trabalhadores em 118 empresas norte-americanas aponta que a questão da igualdade de gêneros no topo da organização só vai se tornar uma realidade daqui a 100 anos.

Jornal do Comércio – Visão de futuro – 24/02/2016

24/02/2016 – Quando há necessidade de ajustes numa empresa qualquer dos executivos sabe o que precisa acontecer: redução de despesas, aumento de venda, ajuste das funções e criar um senso de urgência. Mas, na crise atual, ouço executivo atrás de executivo me dizer durante a reunião de coaching que os empregados não parecem estar se dando conta. Aparentemente há um estado de negação. Nesta situação, é difícil você convencer uma pessoa que não quer ver. Contudo, o CEO pode ir além. Ao invés de convencer que o mundo vai acabar, ele pode criar uma visão de futuro que envolva todos os interesses dos empregados e na qual eles consigam se identificar.

Jornal do Commercio – Visão de futuro – 07/01/2015

07/01/2016 – Quando há necessidade de ajustes numa empresa qualquer dos executivos sabe o que precisa acontecer: redução de despesas, aumento de venda, ajuste das funções e criar um senso de urgência. Mas na crise atual, ouço executivo atrás de executivo me dizer durante a reunião de coaching que os empregados não parecem estar se dando conta. Aparentemente há um estado de negação.

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Carla Dutra Artes / Tiver e Entranet